No momento, você está visualizando 25 anos depois: o documento que trouxe segurança à carreira

25 anos depois: o documento que trouxe segurança à carreira

Flavia Lemos Rezende trabalha na Administração Pública desde 1999. São 25 anos de experiência em gestão administrativa, contratos, licitações, orçamento, controle interno e governança. Com registro ativo no CRA-ES desde 2013, ela tomou decisões complexas e estratégicas durante toda a sua carreira. Mas foi apenas recentemente que emitiu sua primeira Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).

E essa decisão mudou a forma como ela enxerga seu próprio trabalho. “Em determinado momento, compreendi que a ART não era apenas uma exigência formal, mas o registro da responsabilidade técnica sobre decisões que já faziam parte da minha rotina profissional”, explica Flavia.

A partir dessa compreensão, ela passou a enxergar a ART como o que realmente é: um instrumento de proteção e valorização da atuação do profissional da Administração. Durante anos, Flavia exercia sua profissão com competência, mas faltava o reconhecimento formal e legal do que ela já fazia todos os dias.

Quando questionada sobre como se sente com a ART, Flavia é direta: “Me sinto mais segura.” Ela explica que ter um documento legal que formaliza sua atuação técnica, sua autoria e sua responsabilidade profissional traz tranquilidade, especialmente em ambientes complexos como o setor público. “A ART não é apenas um registro, é um respaldo que fortalece a atuação profissional e evita questionamentos futuros”, afirma.

Flavia sabe exatamente o peso das decisões que toma no dia a dia. Cada contrato, cada licitação, cada processo orçamentário carrega consequências reais para a sociedade. Agora, ela tem o respaldo técnico e legal que sempre mereceu. “Hoje, vejo como a ART valoriza a Administração como profissão. Muitas decisões administrativas no setor público são complexas, estratégicas e de alto impacto, mas historicamente invisibilizadas. E nesse cenário, a ART cumpre um papel fundamental: dar visibilidade técnica, fortalecer a identidade profissional da Administração e contribuir para o reconhecimento institucional da atividade administrativa.”

Há quem veja a ART como mais uma exigência burocrática. Flavia discorda completamente. “Diria que a ART não é burocracia e sim instrumento de proteção profissional, uma vez que registra a responsabilidade técnica e valoriza a Administração como profissão regulamentada.”

A distinção é importante. Proteção, valorização e regulamentação são conceitos que trazem dignidade e reconhecimento à profissão. “Esta foi a minha primeira ART, apesar de toda a minha trajetória profissional estar ligada à Administração Pública desde 1999”, conta Flavia.

Vinte e cinco anos de carreira. Primeira ART. Mas ela não vê isso como atraso, e sim como amadurecimento profissional. “Hoje, enxergo a ART como um instrumento de maturidade profissional, que reforça a responsabilidade técnica envolvida nas decisões administrativas e valoriza a atuação do administrador.”

O reconhecimento

A história de Flavia representa a de muitos profissionais da Administração que trabalham há anos no setor público, tomando decisões complexas e estratégicas, mas sem o devido reconhecimento formal de sua atuação técnica.

A ART preenche essa lacuna. Não é burocracia adicional, mas proteção profissional. É o registro legal da responsabilidade técnica e a valorização da Administração como profissão regulamentada.

Para quem trabalha há anos tomando decisões de alto impacto, ter sua atuação técnica formalizada e protegida não é luxo. É direito.

Solicite sua ART. Proteja sua atuação profissional. Valorize sua expertise.

Jornalista Márcia Menezes | Assessora de comunicação