CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO / ES

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Espírito Santo, 29 de 09 de 2016.



Notícias

19/12/2011
Inscrições para o teste ANPAD estão abertas até 20 de janeiro de 2012

A seleção para Mestrado e Doutorado da Associação nacional de pós-graduação e Pesquisa em Administração – ANPAD estão abertas até 20 de janeiro de 2012.

Envolvendo conhecimentos em língua portuguesa, língua estrangeira (inglês) e raciocínio lógico, quantitativo e analítico, o Teste ANPAD é um exame nacional, válido por 02 anos, utilizado por diversas instituições como parte dos processos de seleção de cursos de pós-graduação strictu sensu e de cursos profissionalizantes de Administração, Ciências Contábeis e áreas afins, além de requisito básico em processos seletivos de diversas organizações.

Os inscritos podem ter cursado ou estar cursando a graduação em qualquer área de conhecimento. É importante lembrar, no entanto, que o resultado do Teste ANPAD, que tem validade máxima de dois anos (período correspondente às seis últimas edições), constitui apenas um dos requisitos exigidos pelas instituições usuárias, cabendo ao interessado buscar mais informações sobre os processos seletivos junto à coordenação de cada curso pretendido ou demais organizações.

Inscrições:

As inscrições são realizadas exclusivamente via internet, e encerram-se dia 20/01/2012.

Taxas de Inscrição:

  • Para pagamento entre 09/11/2011 e 10/01/2012: R$235,00
  • Para pagamento entre 11/01/2012 e 20/01/2012: R$275,00

Para fazer sua inscrição e conhecer o edital clique aqui.

Mais informações: (31)2531-7061 ou teste@anpad.org.br

19/12/2011
Os 5 pilares do e-commerce

Por Felipe Morais

Todo bom planejamento precisa de uma boa estruturação. Sem isso, o planejamento tende a ficar com brechas e o que foi previsto pelo profissional de planejamento estratégico digital pode não sair da forma que deveria sair. Por isso, um bom planejamento é muito, mas muito bem analisado antes de ser apresentado ao cliente e mais analisado ainda antes de ir para o ar.

A palavra pilares pode parecer antiga, remete as vezes às construções gregas, mas ela pode também ajudar o seu planejamento para evitar brechas. Se uma construção tiver uma simples brecha pode comprometer toda a estrutura e o prédio cair por não aguentar o peso. O engenheiro planeja e calcula os milímetros para que esses não virem as brechas. Os planners devem ir nesse aprofundamento, que confesso, nem sempre é tão simples ou possível.

Quando falamos em vendas, as brechas podem representar um prejuízo enorme a marca. O caso da FNAC, por exemplo, só não causou um prejuízo de milhões porque eles agiram rápido e a legislação brasileira foi a favor – acertadamente na minha opinião – da marca. Para quem não se lembra, por algumas horas e graças a um problema de programação, as pessoas poderiam comprar notebooks por R$ 1,00.

Por isso, quando se vai fazer um planejamento, analise bem alguns pilares para a sua construção de marca, construção de comunicação e construção de estratégia. Não tenha brechas e assim seja um grande sucesso para o e-commerce. Sucesso = vendas. Então, como planejar para uma loja vender? Aliás, vender bem!

Bons produtos: O que você vende agrada a maioria ou a minoria? Se agrada a maioria, você por exemplo vende TV LCD, pode se pensar em altas vendas/lucros. Se você vende capas de acrílico do Japão para iPhones 4G branco, é um produto de nicho onde você pode se destacar, mas grandes lucros, fortunas serão difíceis de serem feitas.

Encontrabilidade: Seu usuário chegou à loja. Pode ser via Google, acesso direto, e-mail marketing, Redes Sociais. Não importa (nesse momento), o usuário chegou a loja e precisa encontrar o produto desejado. Não ache que o campo de busca será o suficiente. A usabilidade do site é essencial.

Atendimento: É fundamental atender, e bem, o seu cliente. Por mais que a sua empresa seja um mega varejista online, como a Casas Bahia por exemplo, é preciso sanar as dúvidas dos clientes. Uma dúvida sanada pode ser o passo final para uma compra; um atendimento bem feito pode gerar menções positivas nas redes.

Marketing digital: Só é lembrando quem é visto. Não pensamos em Coca-Cola sempre que falam a palavra Refrigerante à toa. Pensamos porque a marca investe – e muito – na mídia para aparecer. No e-commerce não tem segredo: é preciso aparecer. Sugiro começar com Buscapé e Links Patrocinados, pois são os canais que o e-consumidor vai antes de fazer qualquer pesquisa de produtos. Depois pense em banner, e-mail marketing...

Logística: Entregue o produto. E no prazo! Simples assim. O consumidor pode esperar de 1h a 180 dias por um produto, desde que isso esteja estampado no site: “Para a cidade X (ou essa mensagem pode aparecer depois que o usuário calcular o frete) o produto demora de 2 a 3 dias úteis”. O usuário espera, mas se demorar 4 a 5 dias, perde-se a confiança. Confiança é tudo em um e-commerce e é esse o fator que fará a pessoa voltar ou não a uma loja online.

Fonte: Mundo do Marketing

* Felipe Morais é publicitário, escritor, palestrante, professor e blogueiro. Autor do livro Planejamento Estratégico Digital (Ed. Brasport); Autor do Blog do Planejamento (plannerfelipemorais.blogspot.com

19/12/2011
ATENÇÃO - Novo horário de atendimento ao público a partir de 2012

A partir de 2 de janeiro de 2012, a Central de Atendimento do CRA-ES funcionará em novo horário: de 8h30 às 17h30.

Em caso de dúvidas, entre em contato pelo telefone (27)2121-0500 ou e-mail registro@craes.org.br.

13/12/2011
Administradores vão ao Congresso pedir apoio à Emenda nº 4 do PL nº

O presidente do Conselho Federal de Administração (CFA), Adm. Sebastião Luiz de Mello, o presidente do Conselho Regional de Administração do Distrito Federal (CRA-DF), Adm. Carlos Alberto Ferreira Júnior e o coordenador da Comissão Especial Mista de Acompanhamento Parlamentar e Conselheiro Federal do CFA, Adm. Rui Ribeiro de Araújo estiveram no Congresso Nacional no último dia 23 de novembro para solicitar apoio de parlamentares para questões em prol da Administração.

No Senado Federal, os Administradores visitaram o gabinete do Senador Valdir Raupp de Matos (PMDB/RO). No local, eles protocolaram ofício solicitando uma sessão solene para celebrar o Dia do Administrador em 2012.

Em seguida, a equipe do CFA e do CRA-DF foi ao gabinete do Deputado Ronaldo Nogueira (PTB/RS). Na ocasião, eles solicitaram apoio à Emenda nº 4 ao Projeto de Lei nº 2203, de 2011, apresentada à Câmara pelo Deputado Mauro Nazif (PSB-RO), objetivando a inclusão dos cargos de Administrador na estrutura remuneratória de Engenheiro, Arquiteto, Economista, Estatístico e Geólogo, aprovada pela Lei nº 12.277, de 2010.

“O Deputado se comprometeu a apoiar os Administradores nessa luta”, disse o presidente do CFA, Adm. Sebastião Luiz de Mello. Durante a visita, o presidente do CFA, o presidente do CRA-DF e o Conselheiro Federal do CFA aproveitaram para falar da sessão solene do Dia do Administrador 2012, a ser realizada na Câmara dos Deputados. Além disso, eles convidaram o parlamentar para presidir a Frente Parlamentar da Administração e, segundo o presidente do CFA, ele aceitou.

Ainda na Câmara Federal, os Administradores visitaram a Deputada Jô Moraes (PC do B/MG) para solicitar, também, apoio à Emenda nº4.

Fonte: CFA

13/12/2011
Brasil: 50,7% dos executivos gostariam de mudar de emprego em 2012

Apenas 37,7% informaram que pretendem acumular experiência na mesma empresa que estão empregados

Um levantamento realizado pela Michael Page International revelou que 50,7% dos executivos brasileiros gostariam de buscar novas oportunidades no mercado em que já atuam no próximo ano.

 Outros 43,5% disseram que gostariam de arrumar outro emprego em um setor diferente onde trabalham atualmente. Apenas 37,7% informaram que pretendem acumular experiência na mesma empresa em que estão empregados.

Nacionais x multinacionais

Ao analisar as respostas de executivos de empresas nacionais e multinacionais, as respostas são diferentes. Para 50,8% dos respondentes de companhias brasileiras, acumular experiências no mesmo local de trabalho e cargo é mais importante do que buscar novas oportunidades em um mesmo setor (43,1%).

 Já nas empresas estrangeiras, a situação é contrária: 57,5% gostariam de sair da empresa em 2012 e 26% permaneceriam como estão atualmente.

Segundo o estudo, isso ocorre pelo momento econômico mundial e pela estrutura matricial e tradicional das empresas estrangeiras, que acabam por reduzir a autonomia de seus executivos locais em momentos econômicos mais instáveis, o que gera uma insatisfação um pouco maior.

Estudos

A pesquisa questionou ainda sobre o aperfeiçoamento acadêmico. No geral, 32,6% pretendem investir na própria educação. Entre as empresas brasileiras, o indicador é de 36,9%, enquanto nas multinacionais é de 28,8%.

Sobre a pesquisa

O estudo, denominado Perspectivas Econômicas e de Investimentos para 2012, contou com a participação de mais de 500 executivos dos mais altos níveis hierárquicos em empresas de diversos portes e setores no País. A pesquisa foi realizada entre os dias 25 de outubro e 5 de novembro deste ano.

Fonte: Infomoney


12/12/2011
As frases que você nunca deve falar para o chefe

Mentir, inventar desculpas para faltar ao trabalho ou ameaçar se demitir são atitudes proibidas

São Paulo – A construção de um bom relacionamento com o seu chefe leva tempo, e para conquistar a confiança dele é preciso dedicação diária. Por isso, seu comportamento é essencial para alavancar sua carreira.

Com as recomendações de Fernanda Campos, sócia diretora da Mariaca, confira abaixo quais são os assuntos ou frases que nunca devem chegar até o chefe.

1 Isso não faz parte do meu trabalho

“Seu dever é executar a demanda e refletir porque ele passou essa tarefa”, diz Fernanda. “Pode ser que o seu chefe pediu porque confia no seu trabalho ou quer testar suas habilidades”.

Para ela, se realmente não faz parte das suas competências e você não conseguiu realizar a tarefa, a dica é pedir ajuda para os colegas e depois relatar ao chefe da sua tentativa.

2 A culpa não é minha

Não é uma frase que o chefe espera. Incriminar o colega de trabalho não ajudará a resolver o problema, mesmo porque a culpa pode ter sido sua.

3 Se você não fizer isso, eu me demito!

Ameaçar o chefe nunca é uma boa opção. “Temos que lembrar que estamos num ambiente de trabalho, por mais liberdade que o profissional tenha, o chefe pode acatar e acabar demitindo o profissional”, afirma Fernanda.

4 Isso é impossível de fazer!

Por mais difícil que a tarefa possa parecer, antes de retrucar, é preciso tentar. Demonstre ao seu chefe que você é uma pessoa colaborativa e depois de várias tentativas relate a razão de não ter conseguido.

5 Eu faltei porque meu cachorro está doente

Não invente que algum parente faleceu ou que um animal de estimação ficou tão doente que você teve que faltar o trabalho. O chefe pode descobrir que você mentiu de diversas maneiras, ainda mais com as redes sociais.

Fonte: Portal Exame

12/12/2011
Governança para todos

Por: Patricio Llaona

No mundo corporativo de hoje, as organizações geram volumes de dados cada vez maiores, ao passo em que fazem investimentos significativos para tentar resolver problemas de negócio e serem mais competitivas. No entanto, em alguns casos, estes esforços geram resultados dispersos, e quando se olha para a integração das tecnologias da informação, há grandes lacunas que não são, por vezes, possíveis de cobrir.

Para evitar isso, as empresas podem desenvolver um programa de Governança de Informação Empresarial (EGI por sua sigla em Inglês), que permita uma visão sobre todos os esforços em torno da informação, a fim de que estejam claramente alinhados em todas as dimensões envolvidas.

Governança é uma prática que estabelece regras e recomendações para a criação, tratamento, manipulação e armazenamento de dados da empresa, apoiada por orientações nas seguintes dimensões: processos, organização/pessoas e aspectos de TI. Isto é feito para gerar informações confiáveis, atuais e oportunas, que podem ser aproveitadas pela empresa.

A prática de governança terá uma abordagem que irá variar de acordo com o escopo que se deseja ter, dependendo do que é buscado em cada caso:

– Qualidade, integridade e reutilização dos dados;
– Proteção de informações confidenciais;
– Estabelecimento de regras e controles para mitigar os riscos e fraudes;
– Tecnologia de arquitetura;
– Integração de informações para garantir definições consistentes.

Conhecendo-se o alcance, a Governança da Informação Empresarial (EGI) pode ser:

– Governança estratégica para o estabelecimento de iniciativas de planejamento, seleção e priorização, e patrocínio - para que o programa prevaleça e não seja visto como um projeto com prazo determinado.

– Governança de dados e arquitetura, que inclui o estabelecimento de padrões para estruturação de dados (MDM); processos e tecnologia de extração, transformação, carregamento e acesso; medição do grau de redundância de esforços de implementação; definição de perfis de carga de trabalho, BI, suporte à decisão, acessibilidade de dados, e capacidades analíticas da empresa.

– Governança de operações, que se refere à identificação e designação de métricas, para que o programa mantenha o patrocínio e o interesse da companhia; definição de regras, políticas de governança para solicitar novos dados, relatórios; definição de objetivos do programa, os modelos de SLAs; seleção do modelo de estrutura organizacional que irá formar o governo (Patrocinador, Data Champion, Gerente de Projeto), Comitê de Governança e Stewards (TI, BI, usuários).

É importante realçar que a governança de informação empresarial deve se estabelecer como um programa baseado em uma estratégia. Com base nisso, podemos definir qual é o ponto de partida e um roteiro a seguir para cobrir todas as dimensões ao longo do tempo.

Agora, como as empresas podem saber em que momento necessitam de um EGI?

Há várias situações que nos ajudam a identificar que estamos prontos para implementar uma EGI. As principais são quando a organização cresce e o gerenciamento dos dados interfuncionais se torna difícil; quando há inconsistência na visão dos requisitos, tanto dos usuários quanto dos gestores; quando há falta de confiabilidade nos dados e a diminuição da utilização do Data Warehouse; ou quando a reutilização das informações não é suficiente. No lado operacional, podemos sinalizar a ausência de parâmetros para qualificar os carregamentos e consultas.

As empresas irão se beneficiar pois poderão estabelecer um quadro de trabalho que as ajudará a identificar se as iniciativas de informação subsidiam, ou não, a estratégia corporativa; ter definições comuns para toda a empresa sobre informações e dados nos sistemas de BI e Data Warehouse; conhecer e permitir o acesso a estas plataformas para alcançar informações, de acordo com níveis de serviço identificados a partir dos objetivos corporativos; e talvez o mais importante, ajudará a medir o impacto/benefício da integração das informações desde a redução nos custos, até sua contribuição para o desempenho dos negócios.

Vale a pena lembrar que, hoje em dia, a única vantagem competitiva é a informação, e as empresas que têm a capacidade de aproveitá-la ao máximo serão aquelas que sobreviverão e perdurarão em um mercado cada vez mais complexo.

Fonte: Portal da Propaganda
Patricio Llaona - gerente de marketing da Teradata para América Latina

12/12/2011
SPC BRASIL: inadimplência cresce pelo décimo mês consecutivo

Dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelam que a inadimplência do consumidor registrou alta de 9,46% em novembro de 2011, em comparação com o mesmo período de 2010. Esta é a décima elevação seguida nessa mesma base de comparação. No acumulado deste ano, o crescimento da inadimplência é de 5,69%. O período de instabilidade econômica devido à crise externa, a conseqüente redução do nível de confiança de consumidores e empresários e o encarecimento do crédito contribuem para o endividamento e a elevação no número de registros. O décimo mês de elevação ininterrupta da inadimplência consolida um quadro de endividamento maior em 2011, diferentemente de 2010 e 2009, quando houve queda da inadimplência medida pelo SPC Brasil. Para o presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas, Roque Pellizzaro Júnior, a alta na inadimplência n ão deve atrapalhar o Natal. “O volume de cancelamento de registros foi muito bom”, disse, referindo-se ao crescimento de 6,51% ante novembro de 2010 do indicador que projeta o nível de recuperação de crédito. Em comparação a outubro deste ano, a inadimplência do consumidor em novembro registrou queda de 12,11%. A redução reflete maior preocupação dos consumidores de não se endividarem em função das comemorações de final de ano. A injeção de novos recursos na economia, como o 13º salário, também favorece que consumidores limpem seus nomes e honrem seus compromissos diminuindo, assim, o número de registros.
Vendas
Em relação às consultas no SPC Brasil, que traduzem em certa medida o nível de atividade no varejo, novembro apresentou alta de 4,32% ante o mesmo mês de 2010. A oitava elevação seguida na mesma base de comparação sustenta o otimismo do varejo para as vendas de Natal e Ano Novo. A redução do IPI para eletrodomésticos, anunciada pelo Governo na semana passada, reforçou as projeções da CNDL. “Revimos o crescimento de vendas neste Natal de 6,5% para 8,5%, o que é muito bom, sobretudo em função da redução do IPI, que foi uma injeção de ânimo para o setor”, destaca Pellizzaro. Na comparação entre novembro e outubro deste ano, a queda de 5,24% nas consultas realizadas para vendas a prazo e pagamentos em cheque reflete a pressão negativa gerada pelo mês de comemoração do Dia das Crianças, base de comparação relativamente forte. A redução também é creditada à deterioração do cenário econômico devido à crise econômica internacional, fato que leva muitos consumidores a serem mais cautelosos com seus orçamentos, procurando gastar menos e poupar mais para garantir o consumo do Natal. Considera-se venda a prazo as compras feitas com cheque pré-datado ou no crediário.
Recuperação de crédito
Os números de cancelamento de registros, que dão medida ao nível de recuperação de crédito no varejo, foram positivo s em novembro, apresentando alta de 6,51% ante o mesmo mês de 2010. O crescimento em relação ao mês anterior foi ainda maior, de 11,55%, favorecido pela injeção de novos recursos na economia, como restituição do imposto de renda (R$1,39 bilhão, em novembro), metade do 13º salário e dissídios salariais. Neste cenário, mais consumidores regularizam seus débitos com o objetivo de voltar a consumir, com destaque para o Natal. No acumulado do ano, os cancelamentos de registro tiveram alta de 5,58% até novembro, ante 5,47% registrados em outubro.

Fonte: Portal da Propaganda

08/12/2011
Estudo aponta diferenças de comportamento entre líderes homens e mulheres

O sexo feminino, por exemplo, tolera melhor situações incertas do que o sexo aposto, mostra Korn/Ferry Institute

Quando o assunto é liderança, homens e mulheres guardam certas diferenças quanto a seus comportamentos emocionais. As mulheres, por exemplo, toleram melhor situações incertas do que os homens.

Além disso, o sexo feminino se sente mais confortável com adversidades do que o sexo oposto e também lida mais facilmente com as mudanças e prospera em situações adversas. Essas foram algumas das conclusões de um estudo feito pelo Korn/Ferry Institute, com mais de 4 mil presidentes de empresas nos Estados Unidos de ambos os sexos.

Influência da maternidade

Apesar de o estudo ter sido realizado com profissionais norte-americanos, a professora de psicologia organizacional e do trabalho da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica), Carmem Rittner, acredita que isso seja uma característica também das brasileiras. Carmem ainda pontua que as mulheres, principalmente pelo fato de serem (ou poderem ser) mães, tendem a se importar mais com a opinião dos outros do que os chefes masculinos.

As mulheres, segundo explica Carmem, em situações em que não podem controlar todos os elementos nem ter certeza do sucesso, apostam na equipe. Esse comportamento é ligeiramente diferente dos homens. Essa análise confirma a outra diferença entre os sexos apontada pelo estudo do instituto.

Elas se importam mais

Essa diferença ocorre na empatia. As mulheres em geral se importam mais com os sentimentos e as preferências dos demais membros da equipe do que os homens. Elas também conseguem antecipar com mais facilidade a reação das pessoas do que os líderes masculinos.

Segundo Carmem, as mulheres têm mais facilidade de interpretar o que o outro quer e ainda sempre procuram levar em conta as opiniões. Essa habilidade de interpretar melhor as coisas, na prática, quer dizer que as mulheres entendem melhor os sinais que a equipe manda e, além disso, prestam mais atenção ao seu ambiente.

Essas características das líderes femininas estão novamente ligadas a uma série de questões do próprio equipamento biológico. Ser mãe é algo que modifica a forma como as mulheres leem o ambiente. "Elas precisam saber lidar melhor com incertezas, sobretudo, por conta da dificuldade de interpretar os desejos e necessidades das crianças", afirma Carmem.

Energia mental

A pontuação do estudo ainda mostrou que, em termos de energia, as mulheres superam os homens. Na pesquisa, energia quer dizer energia mental e resistência do profissional, levando em conta ainda sua capacidade de sustentar o pensamento analítico por mais tempo.

Em questões que envolvem o aspecto emocional do comportamento profissional, esses foram os três elementos que os homens e as mulheres apresentam diferenças. Em outros três aspectos, por outro lado, os sexos mostram plena similaridade.

Semelhanças

Questões voltadas à compostura, humildade e confiança são aquelas em que homens e mulheres não mostram diferenças, de acordo com a pesquisa. Dessa forma, tanto homens como mulheres parecem ter a mesma capacidade de lidar com novos estilos de trabalhos, trabalham da mesma forma sob pressão e não se frustram com facilidade.


08/12/2011
O que não escrever no currículo

Confira nove excessos cometidos pelos candidatos. E fuja deles!

Você enche o seu currículo de informações sem nenhum critério acreditando assim atrair o recrutador? Saiba que dessa forma você está fadado a não ser chamado para entrevistas. Na hora de elaborar o seu documento profissional também vale a máxima de que quantidade não é qualidade. A recomendação é escrever informações sobre formação, experiências e resultados que possam agregar no seu currículo.

É válido lembrar ainda que objetividade é a maneira mais eficaz de prender o recrutador. Portanto, se você é aficionado pela escrita, não caia na tentação do rebuscamento. Já dizia o poeta Carlos Drummond de Andrade: "Escrever é cortar palavras."

Com a ajuda de especialistas, o Empregos.com.br listou os principais excessos cometidos pelos candidatos no momento de montar o currículo. Livre-se deles.

1. Informar número de documentos

Mencionar número do RG, CPF ou outros documentos oficiais é uma "perda de tempo", diz Renata Schmidt, diretora da Foco Talentos, empresa do Grupo Foco especializada no recrutamento e seleção de estagiários e trainees. "No primeiro momento o recrutador quer mesmo é bater o olho no resumo de suas qualificações."

 2. Colocar foto

Só envie a foto se a empresa pedir. Segundo Daniela Ribeiro, gerente da divisão de engenharia da Robert Half, empresa de recrutamento especializado, colocar a imagem no currículo sem ser solicitado pode soar negativo. "Alguns profissionais não têm muita noção e colocam uma foto que poderia ser postada no Facebook", afirma ela. "A ausência da foto não muda em nada na avaliação do recrutador", ressalta.

3. Preferir o cargo à área

No objetivo profissional entre citar o cargo e a área de atuação fique com a segunda alternativa. "Ao informar o cargo o candidato pode ser eliminado já que as nomenclaturas variam muito de empresa para empresa", afirma Daniela Ribeiro. Exemplo: Vendas (varejo) e não Supervisor de Vendas.

4. Informar redes sociais

Ainda conforme Daniela, o profissional só deve informar o endereço de rede social se julgar a ferramenta adequada. "Recomendo o Linkedin, rede de relacionamento profissional em que é possível visualizar o resumo do currículo." Na opinião da consultora, o candidato não deve mencionar as mídias sociais em que expõe mais a vida pessoal.

 5. Cursos fora da área ou defasados

O profissional sabe que o recrutador valoriza a formação constante e vai "incrementando" o currículo com cursos realizados durante toda a trajetória sem nenhum critério. Se você faz isso, reveja agora o seu documento. "Um curso de culinária ou de vinhos só será interessante se o profissional trabalha na área gastronômica ou de nutrição", aponta Renata Schmidt, da Foco Talentos.

6. Desequilíbrio entre formação e experiência

Não dê mais importância à formação acadêmica em detrimento da experiência e vice-versa. Segundo Daniela Ribeiro, da Robert Half, o currículo deve retratar com coerência a trajetória profissional. "Se você tem poucos anos de experiência não faz sentido ter um currículo com muitas páginas. Por outro lado, não corte informações importantes que possam te vender", destaca a especialista.

7. Citar características comportamentais

Iniciativa, espírito de equipe e liderança, facilidade na comunicação, entre tantas outras habilidades são bastante valorizadas pelas companhias, mas não é para estampar no currículo. "Informe resultados obtidos em sua carreira", sinaliza Renata.

Daniela destaca que os números são muito bem-vindos. "Se você não pode quantificar os resultados, cite alguma atividade em que fez a diferença." A especialista lembra que competências comportamentais são checadas na entrevista.

8. Apelar para o social

Houve uma fase em que o profissional socialmente responsável tinha pontos com o recrutador. A onda, contudo, passou. A verdade é que nem todas as empresas estão interessadas em causas maiores, nem quer saber se você participa delas. "Às vezes a organização até valoriza esse tipo de ação, mas não está procurando profissionais com esse perfil", diz Renata.

Para a diretora da Foco Talentos, a informação também pode ser mencionada durante a entrevista de emprego.

 9. "Matar" a língua

Salvo alguns cargos ter pleno domínio da língua portuguesa não é exigência das empresas. Isso não quer dizer que você pode escrever o currículo como se estivesse teclando com um amigo no Messenger. Dependendo da falha você pode ser desclassificado. Conte com o corretor ortográfico e dicionário. Em caso de dúvidas, peça para alguém revisar seu currículo.

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