CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO / ES

FBTW

Espírito Santo, 06 de Fevereiro de 2012.



Notícias

03/02/2012
Resumo do contrato Nº 001/2012

Contratante: Conselho Regional de Administração do Espírito Santo – CRA-ES

Contratado: Ciclo Tecnologia LTDA EPP.

Objeto: Contratação de empresa especializada em prestação de serviços de Tecnologia da Informação.

Forma de aquisição: Dispensa de licitação por valor, nos termos da Lei nº. 8.666/93.

Vigência: 12 (doze) meses, contados a partir da data da assinatura do contrato.

Valor: R$ 660,00 (seiscentos e sessenta reais), mensais.

Dotação orçamentária: recursos conforme orçamento do exercício na conta 31.32.04.

Data da assinatura: 02/02/2012.

Adm. Marcos Félix Loureiro

Presidente

Reg. CRA-ES nº 4.436

02/02/2012
Inscrições abertas para MBA Fucape. Registrados CRA-ES tem desconto.

Fucape Business School está com inscrições abertas para os MBA:

  • MBA em Gestão Estratégica de Negócios
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30/01/2012
Falta de emprego é maior entre jovens, mulheres e inexperientes

O desemprego brasileiro tem uma cara jovem, feminina, de média escolaridade e inexperiente. Para pessoas com essas características, a taxa de desocupação no Brasil é bem superior à taxa global de 4,7% registrada em dezembro do ano passado segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No último mês do ano passado, 1,1 milhão de pessoas estavam desempregadas nas seis capitais pesquisadas. Desses, 213 mil buscavam o primeiro emprego.
Karina Pereira, de 18 anos, é um exemplo desse perfil. Ela acabou de completar o ensino médio e está procurando o primeiro emprego. Karina gostaria de trabalhar como assistente-administrativo ou na área de informática, já que pretende começar neste ano uma faculdade de ciências da computação. Encontrar um trabalho está entre as condições para cursar - e pagar - a faculdade. "Desde que me formei, meus pais, tios e amigos da família estão tentando me indicar trabalhos, mas até agora não encontrei nenhum. Estou ansiosa para começar", diz a jovem, que foi ontem pela primeira vez a um Centro de Apoio ao Trabalho (CAT) em São Paulo montar o seu perfil profissional e buscar vagas disponíveis. Não conseguiu nada. A pretensão salarial de Karina é de R$ 1 mil, "mas acho que devo receber mesmo é R$ 900 no primeiro emprego". Talvez a jovem esteja sendo muito otimista. Priscila Delphino, de Osasco, também tem 18 anos e procura o seu primeiro trabalho. Ela já foi duas vezes ao CAT e ontem saiu com uma entrevista marcada para recepcionista de cinema em um shopping. O salário oferecido pela empresa é o mínimo (R$ 622), abaixo da sua pretensão (R$ 900). Entre as vagas compatíveis com o perfil de Priscila, essa era a única que não exigia experiência. Ela chegou a fazer ensino médio técnico em gestão de empresas, mas as oportunidades em recursos humanos, área de interesse da jovem, não consideram o curso técnico como experiência. Ela conta que menos de um terço da sua turma de 22 alunos conseguiu emprego até agora.
A taxa de desocupação entre as mulheres fechou o ano passado em 6%, mas entre os homens o índice é de 3,7%. Essa diferença é histórica, mas, segundo especialistas consultados pelo Valor, vem diminuindo. "Um exemplo desse fenômeno é a redução da oferta de empregadas domésticas. As mulheres [com menos qualificação] buscam empregos em serviços, sendo que a renda não é, necessariamente, maior, mas há a questão do status social e de o trabalho ser mais regulamentado, com condições mais claras", afirma José Márcio Camargo, especialista em mercado de trabalho da PUC-Rio.
O pesquisador também aponta a falta de conhecimento sobre o novo profissional como um problema. "Há assimetria de informações entre a empresa que disponibiliza a vaga e o candidato que quer ser empregado. Oferecer um salário compatível com a produtividade do trabalhador em seu primeiro emprego é extremamente difícil", diz.
Marcelo Neri, economista-chefe do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas, relata assim a dificuldade do jovem: "Não tenho experiência, logo não consigo emprego; mas se não tenho emprego, não adquiro experiência". diz. "Além disso, muitos não querem a mesma profissão dos pais. Filho de peão, peãozinho não é, pois eles já cursaram o ensino médio", diz ele.
O desemprego no Brasil também é mais baixo entre aqueles com poucos anos de estudo (3,7%) ou aqueles com ensino superior (4,5%). Para quem tem entre oito e dez anos de estudo, o que significa ter concluído pelo menos o ensino fundamental e, no máximo, o ensino médio, a desocupação é de 7%.
Para Luiz Scorzafave, professor de economia da USP em Ribeirão Preto, há três principais hipóteses que justificam o desemprego maior entre as pessoas com nível escolar médio. "A quantidade de pessoas com nível médio incompleto está aumentando no mercado de trabalho e não há geração de vagas suficientes para essa qualificação. Além disso, como as pessoas estão estudando mais, a quantidade de postos de trabalho para pessoas com baixa escolaridade consegue atender a oferta. Finalmente, o número de pessoas com ensino superior está aumentando e elas têm um leque de opções maior. A pessoa com ensino superior pode exercer funções de quem tem menos qualificação. O contrário não é verdadeiro."
Para Camargo, calcular a produtividade do candidato está entre as dificuldades que influenciam na taxa de ocupação do profissional com nível de escolaridade média. "Sobre o profissional mais qualificado, é fácil conseguir informações da qualidade da universidade cursada, por exemplo. No nível intermediário, não há informações disponíveis", diz ele.
Apesar de o desemprego maior entre os jovens ser comum aos mercados de trabalho em todo o mundo, a falta de medidas que evitem o agravamento desse cenário pode trazer frustrações e atrapalhar o andamento da economia brasileira. Scorzafave alerta para o risco da informalidade. "Essa busca frustrada pelo primeiro emprego pode incentivar a informalidade. Um profissional relativamente qualificado pode aceitar se inserir de maneira mais precária no mercado de trabalho."
O professor da USP-Ribeirão destaca a importância de investimentos para manter os alunos na escola e aumentar os anos de estudo. "Com mais tempo na escola, o jovem retarda a procura do primeiro emprego, entra no mercado mais qualificado e começa a contribuir com a previdência mais tarde, retardando a aposentadoria. São vários os aspectos positivos para o país", destaca.

Fonte: Administradores.com

30/01/2012
Presidente do CRA-ES participa de reunião sobre segurança na Copa do Brasil 2014

O Presidente do CRA-ES, Marcos Félix Loureiro, foi convidado pela Gerência Geral de Segurança do Comitê Organizador da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, para participar do 1º Encontro entre a Gerência Geral de Segurança e os Representantes das Entidades de Classe e Patronal das Empresas de Segurança Privada.

O evento acontece às 9h do próximo dia 31 de Janeiro, na sede do Comitê no Rio de Janeiro, e pretende discutir o modelo de segurança integrada para a Copa das Confederações e Copa 2014; perfil, equipamentos e capacitação dos profissionais; o contrato trabalhista e legislação pertinente; o modelo da segurança eletrônica e o perfil das empresas de sistemas eletrônicos de segurança;

A presença do CRA-ES na reunião tem caráter orientativo e preventivo com relação à habilitação legal, uma vez que haverá licitação para contratação da segurança do evento, e a categoria da segurança patrimonial, sob o ponto de vista da lei 4769/65, prevê registro no conselho de classe para empresas prestadoras de serviço de administração.

30/01/2012
Presidente CRA-ES participa da reunião do XXII ENBRA

No dia 02 de fevereiro, o Presidente do CRA-ES, Marcos Félix Loureiro, estará na sede do CRA-Rio de Janeiro para participar da 1ª reunião do Comitê Organizador do XXII ENBRA – Encontro Brasileiro de Administração e do VIII Congresso Mundial de Administração, programados para a cidade do Rio de Janeiro no período de 05 a 07 de novembro de 2012.

Além da presença de representantes do CFA, a reunião conta, também, com a presença do Conselho do Rio Grande do Sul.

30/01/2012
Resultados do Seminário da Micro e Pequena Empresa contribuíram para Lei 618/2012

Foi publicada no Diário Oficial do dia 11/01/2012, a Lei Complementar 618/2012, instituindo o Estatuto Estadual da Microempresa, da Empresa de Pequeno Porte e do Microempreendedor Individual que visa garantir o tratamento diferenciado, simplificado, favorecido e de incentivo às ME, às EPP e ao MEI.

Os resultados das oficinas do Seminário de Gestão da MPE, realizado em comemoração ao Mês do Administrador na sede do CRA-ES em 01/09/2011, contribuíram com a redação do importante capítulo VII, nos seus artigos 40 e 41, que trata da gestão e educação fiscal, bem como demais artigos de acordo com cada tema. O relatório do seminário abordou as MPE sob a ótica da gestão, o que muito contribuiu para que a lei fosse enriquecida e colaborou com o futuro das MPEs.

Este estatuto é fruto do trabalho realizado, ao longo de 2011, entre SEBRAE/ES e ADERES, com contribuição ativa das instituições vinculadas ao FOCAMPE, entre elas o CRA-ES.

Essa contribuição para a proposta em questão muito contribuirá com o segmento dos pequenos negócios que movimentam a economia de todo o País.

20/01/2012
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19/01/2012
Novas saias justas nas redes entre patrões e empregados

Por Adriana Fonseca

Brandão, da FGV, diz que é preciso ter zelo ao expor relação com o empregador

Comentários impróprios nas redes sociais já causaram a demissão de muitos executivos no Brasil e no exterior. Com uma busca rápida pela memória vêm à tona o caso do estilista John Galliano, desligado da grife Dior após declarações antissemitas divulgadas na internet, e de Alex Glikas, da Locaweb, que torceu contra o São Paulo - equipe patrocinada por seu empregador - no Twitter.

Episódios como esses se tornaram relativamente comuns com a popularização das mídias sociais e renderam até a criação de um grupo no Facebook, o "Have you been fired because of Facebook?" (Você já foi demitido por causa do Facebook?), com cerca de 140 membros. Ali, os participantes relatam episódios de demissão que tiveram como causa alguma rede social.

Agora, a relação das comunidades virtuais com a carreira profissional enfrenta um novo tipo de problema. As empresas passaram a interferir na vida on-line de seus funcionários mesmo que eles não tenham escrito nada sobre seus empregadores ou feito comentários indelicados. "As companhias, embora já tenham criado políticas de conduta nas redes sociais, ainda estão com dificuldades para fazer frente às mudanças trazidas por elas", afirma João Baptista Brandão, professor da disciplina gestão de pessoas na Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (Eaesp-FGV).

Há cerca de um mês, um executivo alemão - que prefere não se identificar - teve sua demissão antecipada como consequência de sua atitude nas redes sociais. Ele foi enviado por uma multinacional alemã para atuar como gerente de projetos na filial brasileira em meados de 2011. Quase quatro meses após chegar ao Brasil, o profissional foi informado por sua chefe que a empresa precisava cortar custos e, como ele não estava atingindo os resultados esperados, seria desligado da companhia.

O comunicado foi feito em novembro e, segundo sua gestora, ele poderia continuar trabalhando até fevereiro, período em que estaria livre para buscar novas oportunidades profissionais. "Fiquei bem surpreso, pois estava completando exatos 90 dias úteis de trabalho na empresa. Pessoalmente, não acho muito justo fazer um cálculo de ROI (retorno sobre investimento) depois de um período tão curto", disse o executivo ao Valor.

Abalado com a notícia que acabara de receber, ao chegar em casa o gerente de produtos deletou sua chefe de seus contatos em todas as redes sociais das quais fazia parte e também excluiu alguns de seus colegas de trabalho da sua conta no Facebook. "Estava muito chateado. Não foi simplesmente perder um trabalho, mas sim ter de enfrentar uma grande mudança na minha vida pessoal", conta o alemão, que afirma não ter escrito uma linha sequer na internet contra a empresa em que atuava.

Ao chegar ao escritório no dia seguinte, ele foi chamado para uma conversa com a responsável pela área de recursos humanos e uma das advogadas da empresa. "Queremos que você vá embora hoje. Ontem, a sua reação à demissão foi muito agressiva e, por essa razão, não será possível continuar o trabalho com você", relata o executivo, relembrando o diálogo que culminou com o seu desligamento da multinacional.

A conta do profissional no Facebook foi deletada por ele mesmo em seguida. "Não me arrependo de ter começado a usar o Facebook, só de ter aceitado a minha chefe em uma rede social para assuntos particulares. Hoje, penso que essa comunidade deveria ser lugar exclusivo para os amigos e não para os colegas de trabalho. Para eles há redes como o LinkedIn, Xing e a InterNations", diz.

Outro caso envolvendo as redes sociais e a trajetória profissional aconteceu recentemente na Inglaterra. Lá, o executivo de recursos humanos John Flexman está processando seu antigo empregador, o BG Group, por ter exigido que ele retirasse algumas informações de seu currículo no LinkedIn.

Flexman contou à imprensa britânica que recebeu uma ligação de seu chefe durante as férias pedindo que ele não divulgasse na internet que estava aberto a receber propostas de emprego, bem como informações de resultados alcançados por ele dentro da companhia. Além disso, Flexman foi convidado a participar de uma audiência interna disciplinar, já que teria quebrado regras estabelecidas pela empresa sobre a conduta esperada dos funcionários nas redes sociais. Por não concordar com tal atitude, o executivo acabou pedindo demissão da companhia.

"Não impedimos nossos funcionários de publicarem seus currículos nas redes sociais, mas naturalmente temos políticas sobre o conteúdo e a revelação de informações que podem ser potencialmente difamatórias, imprecisas ou confidenciais", disse ao Valor um porta-voz do BG Group. "Estamos à vontade com a oportunidade de apresentar todos os fatos desse caso para o tribunal competente", concluiu.

A consultora Karin Parodi, sócia-diretora da Career Center, ressalta que as redes sociais trazem uma exposição muito grande, o que torna perigoso qualquer tipo de atitude que o profissional tenha nesse ambiente - principalmente se ele trabalha em uma organização conservadora. Segundo ela, existe uma etiqueta a ser seguida quando um executivo está em busca de novas oportunidades. "A não ser que o profissional tenha falado para o seu chefe que está procurando outro emprego, não se deve abrir para todo mundo a intenção de trocar de companhia", diz Karin.

Brandão, da FGV, reitera que ao fazer parte do quadro de funcionários de uma empresa o executivo deve ter zelo na exposição de sua relação com esse empregador. Essa preocupação se intensifica conforme o profissional passa a ocupar cargos mais altos. "Há um compromisso implícito do executivo de que ele sempre terá cautela ao falar algo da empresa publicamente", ressalta. "No caso de Flexman, parece que houve um rompimento desse acordo."

Para alguns, esse pode parecer um modelo de gestão arbitrário, mas Brandão afirma que isso não é novidade. As empresas, afinal, sempre impuseram algumas práticas aos seus colaboradores, tais como a vestimenta no escritório. Desse modo, determinar o que pode ser dito sobre a companhia nas redes sociais não é muito diferente. "As atitudes recentes das empresas em relação ao comportamento de seus funcionários na internet não chegam a cercear a liberdade de expressão individual", analisa.

Fonte: Valor Econômico

19/01/2012
Workshop Como REVOLUCIONAR suas vendas com as MÍDIAS SOCIAIS?

Data: 17 de março de 2012

Local: Bristol – Praia do Canto (Av. Saturnino de Brito, 1075 – Praia do Canto 29055-180 • Vitória • ES)

Horário: 09:00 às 18:00

Investimento: R$ 250,00

Vantagens: Descontos para grupos de 3 pessoas e 10% de desconto para as 20 primeiras inscrições.

Registrado CRA-ES tem desconto de 15% no ato da inscrição.

Objetivos do curso

  • Aumentar o faturamento do meu negócio;
  • Preparar e capacitar o meu capital humano (colaboradores e parceiros) a desenvolverem estratégias e campanhas de mídias sociais;
  • Calcular o ROI (Retorno por investimento) em projetos desenvolvidos pela minha marca;
  • Desenvolver  planejamento estratégico em mídias sociais;
  • Desenvolver objetivos primários e secundários para ajudar no processo de resultados;

Público-alvo

  • Empreendedores;
  • Profissionais liberais;
  • Varejistas;
  • Todos aqueles que querem fazer uma revolução no seu negócio;

Conteúdo programático

Módulo 1: 09:00 às 13:00 (intervalo de 30 minutos para coffee break)

  • Pontos fortes e pontos a serem desenvolvidos;
  • Objetivos profissionais x Metas: Prazos e estratégias;
  • Comunicação eficaz;
  • Linguagem corporal e verbal: Isso faz toda a diferença;
  • Como e por que identificar o cliente?
  • Faça perguntas certas para obter respostas corretas;
  • Desenvolvimento de redes de relacionamentos: real x virtual

Módulo 2: 14:00 às 18:00 (intervalo de 30 minutos para coffee break)

  • Cenário da internet no Brasil: Chega de números eu quero RESULTADOS;
  • Como e pq desenvolver um diagnóstico/mapeamento digital?
  • Processos de pesquisa nas mídias sociais: Criando e identificando oportunidades;
  • Como definir objetivos primários e secundários?
  • Construção do planejamento estratégico: Etapas X modelos funcionais;
  • RELACIONAMENTOS que geram VENDAS;
  • Cases;

Facilitadores

André Damasceno | @andredamasceno | http://br.linkedin.com/in/damascenoandre
Guilherme Machado | @rg_machado | http://br.linkedin.com/in/machadoguilherme

DESCONTO DE 15% PARA REGISTRADO CRA-ES

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18/01/2012
Resumo do Primeiro Termo Aditivo do Contrato nº 023/2010

Contratante: Conselho Regional de Administração do Espírito Santo – CRA-ES.

Contratado: Guedes e Gouvêa Advogados Associados.

Objeto: Contratação de empresa especializada em direito público para representar autarquia - Conselho de Profissão Regulamentada - para prestar serviços técnicos de natureza contenciosa e administrativa. Tomada de Preço nº 002/2010.

Motivo: prorrogação do prazo do Contrato nº 023/2010.

Vigência: 60 dias.

Valor mensal: R$ 9.870,00

Dotação orçamentária: recursos conforme orçamento do exercício na conta 3.1.23.02.

Data da assinatura – 11/01/2012

Adm.Marcos Félix Loureiro

Presidente do CRA-ES
Reg. CRA-ES nº 4.436

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